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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Novo Acordo Ortográfico - Dicas úteis

Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa


DICAS ÚTEIS - Esta tabela recebi por email da Osnilda Freitas. Dicas preciosas, que algumas delas não conseguimos assimilar bem.



Alfabeto

Nova Regra Regra Antiga Como Será

O alfabeto é agora formado por 26 letras O 'k', 'w' e 'y' não eram consideradas letras do nosso alfabeto. Essas letras serão usadas em siglas, símbolos, nomes próprios, palavras estrangeiras e seus derivados. Exemplos: km, watt, Byron, byroniano

Trema

Nova Regra Regra Antiga Como Será

Não existe mais o trema em língua portuguesa.Apenas em casos de nomes próprios e seus derivados, por exemplo: Müller, mülleriano agüentar, conseqüência, cinqüenta, qüinqüênio, freqüência, freqüente, eloqüência, eloqüente, argüição, delinqüir, pingüim, tranqüilo, lingüiça aguentar, consequência, cinquenta, quinquênio, frequência, frequente, eloquência, eloquente, arguição, delinquir, pinguim, tranquilo, linguiça.

Acentuação

Nova Regra Regra Antiga Como Será

Ditongos abertos (ei, oi) não são mais acentuados em palavras paroxítonas assembléia, platéia, idéia, colméia, boléia, panacéia, Coréia, hebréia, bóia, paranóia, jibóia, apóio, heróico, paranóico assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, panaceia, Coreia, hebreia, boia, paranoia, jiboia, apoio, heroico, paranoico

obs: nos ditongos abertos de palavras oxítonas e monossílabas o acento continua: herói, constrói, dói, anéis, papéis.

obs2: o acento no ditongo aberto 'eu' continua: chapéu, véu, céu, ilhéu.

Nova Regra Regra Antiga Como Será

O hiato 'oo' não é mais acentuado enjôo, vôo, corôo, perdôo, côo, môo, abençôo, povôo enjoo, voo, coroo, perdoo, coo, moo, abençoo, povoo

O hiato 'ee' não é mais acentuado crêem, dêem, lêem, vêem, descrêem, relêem, revêem creem, deem, leem, veem, descreem, releem, reveem

Nova Regra Regra Antiga Como Será

Não existe mais o acento diferencial em palavras homógrafas pára (verbo), péla (substantivo e verbo), pêlo (substantivo), pêra (substantivo), péra (substantivo), pólo (substantivo) para (verbo), pela (substantivo e verbo), pelo (substantivo), pera (substantivo), pera (substantivo), polo (substantivo)


Obs: o acento diferencial ainda permanece no verbo 'poder' (3ª pessoa do Pretérito Perfeito do Indicativo - 'pôde') e no verbo 'pôr' para diferenciar da preposição 'por'

Nova Regra Regra Antiga Como Será

Não se acentua mais a letra 'u' nas formas verbais rizotônicas, quando precedido de 'g' ou 'q' e antes de 'e' ou 'i' (gue, que, gui, qui) argúi, apazigúe, averigúe, enxagúe, enxagüemos, obliqúe argui, apazigue, averigue, enxague, enxaguemos, oblique

Não se acentua mais 'i' e 'u' tônicos em paroxítonas quando precedidos de ditongo baiúca, boiúna, cheiínho, saiínha, feiúra, feiúme baiuca, boiuna, cheiinho, saiinha, feiura, feiume

Hífen

Nova Regra Regra Antiga Como Será

O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por 'r' ou 's', sendo que essas devem ser dobradas ante-sala, ante-sacristia, auto-retrato, anti-social, anti-rugas, arqui-romântico, arqui-rivalidae, auto-regulamentação, auto-sugestão, contra-senso, contra-regra, contra-senha, extra-regimento, extra-sístole, extra-seco, infra-som, ultra-sonografia, semi-real, semi-sintético, supra-renal, supra-sensível antessala, antessacristia, autorretrato, antissocial, antirrugas, arquirromântico, arquirrivalidade, autorregulamentação, contrassenha, extrarregimento, extrassístole, extrasseco, infrassom, inrarrenal, ultrarromântico, ultrassonografia, suprarrenal, suprassensível

obs: em prefixos terminados por 'r', permanece o hífen se a palavra seguinte for iniciada pela mesma letra: hiper-realista, hiper-requintado, hiper-requisitado, inter-racial, inter-regional, inter-relação, super-racional, super-realista, super-resistente etc.

Nova Regra Regra Antiga Como Será

O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por outra vogal auto-afirmação, auto-ajuda, auto-aprendizagem, auto-escola, auto-estrada, auto-instrução, contra-exemplo, contra-indicação, contra-ordem, extra-escolar, extra-oficial, infra-estrutura, intra-ocular, intra-uterino, neo-expressionista, neo-imperialista, semi-aberto, semi-árido, semi-automático, semi-embriagado, semi-obscuridade, supra-ocular, ultra-elevado autoafirmação, autoajuda, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiautomático, semiárido, semiembriagado, semiobscuridade, supraocular, ultraelevado.

Obs: esta nova regra vai uniformizar algumas exceções já existentes antes: antiaéreo, antiamericano, socioeconômico etc.


Obs2: esta regra não se encaixa quando a palavra seguinte iniciar por 'h': anti-herói, anti-higiênico, extra-humano, semi-herbáceo etc.

Nova Regra Regra Antiga Como Será

Agora utiliza-se hífen quando a palavra é formada por um prefixo (ou falso prefixo) terminado em vogal + palavra iniciada pela mesma vogal. antiibérico, antiinflamatório, antiinflacionário, antiimperialista, arquiinimigo, arquiirmandade, microondas, microônibus, microorgânico anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-inflacionário, anti-imperialista, arqui-inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus, micro-orgânico

obs: esta regra foi alterada por conta da regra anterior: prefixo termina com vogal + palavra inicia com vogal diferente = não tem hífen; prefixo termina com vogal + palavra inicia com mesma vogal = com hífen


obs2: uma exceção é o prefixo 'co'. Mesmo se a outra palavra inicia-se com a vogal 'o', NÃOutliza-se hífen.


Nova Regra Regra Antiga Como Será

Não usamos mais hífen em compostos que, pelo uso, perdeu-se a noção de composição manda-chuva, pára-quedas, pára-quedista, pára-lama, pára-brisa, pára-choque, pára-vento mandachuva, paraquedas, paraquedista, paralama, parabrisa, parachoque, paravento

Obs: o uso do hífen permanece em palavras compostas que não contêm elemento de ligação e constiui unidade sintagmática e semântica, mantendo o acento próprio, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas: ano-luz, azul-escuro, médico-cirurgião, conta-gotas, guarda-chuva, segunda-feira, tenente-coronel, beija-flor, couve-flor, erva-doce, mal-me-quer, bem-te-vi etc.

Observações Gerais

O uso do hífen permanece Exemplos

Em palavras formadas por prefixos 'ex', 'vice', 'soto' ex-marido, vice-presidente, soto-mestre

Em palavras formadas por prefixos 'circum' e 'pan' + palavras iniciadas em vogal, M ou N pan-americano, circum-navegação

Em palavras formadas com prefixos 'pré', 'pró' e 'pós' + palavras que tem significado próprio pré-natal, pró-desarmamento, pós-graduação

Em palavras formadas pelas palavras 'além', 'aquém', 'recém', 'sem' além-mar, além-fronteiras, aquém-oceano, recém-nascidos, recém-casados, sem-número, sem-teto

Não existe mais hífen Exemplos Exceções

Em locuções de qualquer tipo (substantivas, adjetivas, pronominais, verbais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais) cão de guarda, fim de semana, café com leite, pão de mel, sala de jantar, cartão de visita, cor de vinho, à vontade, abaixo de, acerca de etc. água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao-deus-dará, à queima-roupa









sexta-feira, 19 de agosto de 2011

SÓLIDOS GEOMÉTRICOS.

fonte: sítio da matemática.



Os sólidos geométricos são encontrados nas diferentes formas existentes ao nosso redor. Uma caixa de sapatos, a caixa d’água, uma pirâmide, uma lata de óleo, a casquinha de um sorvete, entre outros, são considerados sólidos geométricos.


Todos os sólidos são formados pela união de figuras planas, as quais podem ser identificadas por meio da planificação.

Paralelepípedo


Cubo




Pirâmide Triangular



Pirâmide Quadrangular
 
Cone
 

Cilindro


Prisma
 
fonte: escola kids

Por Marcos Noé

Matemático

Equipe Escola Kds



moldes de sólidos geométricos.













Bumba-meu-boi em sala de aula




Com a Faber-Castell, sua aula vai virar uma verdadeira manifestação cultural. Basta criar uma das figuras mais tradicionais do nosso folclore: o bumba-meu-boi.




Material utilizado



1 Caixa de Sapatos

1 Caixa Grande de Papelão

Guache Faber-Castell

Cola Colorida Faber-Castell

Tesoura

1 Folha de Jornal

Lápis Grafite Faber-Castell

Cola em Bastão Faber-Castell

Cola Branca

Pintura Facial Faber-Castell



Modo de fazer:



1 – Para a cabeça do boi, faça um corte no sentido diagonal a partir do meio das duas laterais maiores da caixa de sapatos. Então, dobre para fora, passe a Cola em Bastão Faber-Castell na parte interna e cole na lateral menor da caixa de papelão.



2 – Em seguida, faça uma abertura oval na parte superior da caixa de papelão, para que a criança possa entrar.



3 – Aproveite as sobras da caixa de papelão para desenhar e recortar o chifre e os olhos do boi. Cole-os com a Cola em Bastão Faber-Castell na cabeça do boi.



4 – Pinte o boi com o Guache preto Faber-Castell, espere secar e então faça os desenhos com várias cores, utilizando a Cola Colorida Faber-Castell.



5 – Para fazer o rabo, é só pintar uma folha de jornal usando o Guache Faber-Castell nas cores que desejar. Então, espere secar, rasgue formando tiras e enrole uma das pontas. Agora, é só recortar um círculo pequeno atrás do boi, encaixando o rabo e colando com a Cola em Bastão Faber-Castell por dentro.



6 – Aproveite e pinte o rosto da criança com a Pintura Facial Faber-Castell, com as cores e desenhos que a sua imaginação permitir.



Nova Escola

Agosto 1999





sábado, 13 de agosto de 2011

EDUCAÇÃO, ESCOLA E FAMÍLIA

Por: Sonia das Graças Oliveira Silva

A qualidade da Educação Infantil depende, cada vez mais, da parceria entre a escola e a família. Abrir canais de comunicação, respeitar e acolher os saberes dos pais e ajudar-se mutuamente. Eis algumas ações em que as únicas beneficiadas são as nossas crianças pequenas. (Carraro, 2006)

Em seu lar a criança experimenta o primeiro contato social de sua vida, convivendo com sua família e os entes queridos. As pessoas que cuidam das crianças, em suas casas, naturalmente possuem laços afetivos e obrigações específicas, bem como diversas das obrigações dos educadores nas escolas. Porém, esses dois aspectos se complementam na formação do caráter e na educação de nossas crianças.

A participação dos pais na educação dos filhos deve ser constante e consciente. A vida familiar e escolar se completa.

Torna-se necessária a parceria de todos para o bem-estar do educando. Cuidar e educar envolve estudo, dedicação, cooperação, cumplicidade e, principalmente, amor de todos os responsáveis pelo processo, que é dinâmico e está sempre em evolução.

Os pais e educadores não podem perder de vista que, apesar das transformações pelas quais passa a família, esta continua sendo a primeira fonte de influência no comportamento, nas emoções e na ética da criança.

É fato que família e escola representam pontos de apoio e sustentação ao ser humano e marcam a sua existência. A parceria família e escola precisa ser cada vez maior, pois quanto melhor for a parceria entre ambas, mais positivos serão os resultados na formação do sujeito.

A parceria com a família e os demais profissionais que se relacionam de forma direta ou indireta com a criança é que vai ser o diferencial na formação desse educando.

A vida nessa instituição deve funcionar com base na tríade pais – educadores – crianças, como destaca Bonomi (1998). O bom relacionamento entre esses três personagens, (dois dos quais são protagonistas na escola – educadores e crianças) é fundamental durante o processo de inserção da criança na vida escolar, além de representar a ação conjunta rumo à consolidação de uma pedagogia voltada para a infância.

A Professora Di Santo (2007)[2] lembra que a fundamentação para a relação educação/escola/família como um dever da última para com o processo de escolarização e importância de sua presença no contexto escolar é publicamente amparada pela legislação nacional e diretrizes do MEC, aprovadas no decorrer dos anos 90.

Podemos citar: Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069/90), nos artigos 4º e 55; Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9394/96), artigos 1º, 2º, 6º e 12; Plano Nacional de Educação (aprovado pela Lei nº 10172/2007), que define como uma de suas diretrizes a implantação de conselhos escolares e outras formas de participação da comunidade escolar (composta também pela família) e local na melhoria do funcionamento das instituições de educação e no enriquecimento das oportunidades educativas e dos recursos pedagógicos. Citamos ainda, a Política Nacional de Educação Especial, que tem como uma de suas diretrizes gerais: adotar mecanismos que oportunizem a participação efetiva da família no desenvolvimento global do aluno.


A importância da família na vida da criança

O primeiro grupo de pessoas com quem a criança, ao nascer, tem contato é a família. É interessante que logo a criança já demonstra suas preferências, seus gostos e suas diferenças individuais. Também a família tem seus hábitos, suas regras, enfim, seu modo de viver. É desse modo que a criança começará a aprender a agir, a se comportar, a demonstrar seus interesses e tentará se comunicar com esta família.

Está aí, neste círculo de pessoas que rodeiam a criança, a fonte original da identidade da criança.

Desde cedo, os pais precisam transmitir à criança os seus valores, como, ética, cidadania, solidariedade, respeito ao próximo, auto-estima, respeito ao meio ambiente, enfim, pensamentos que leve essa criança a ser um adulto flexível, que saiba resolver problemas, que esteja aberto ao diálogo, às mudanças, às novas tecnologias.

A criança já aprende desde pequena o que a mãe não gosta, o que é perigoso, o que pode e o que não pode fazer. Percebe-se, então, a importância da orientação dos pais.

À família cabe entender que a criança precisa de liberdade, mas por si só não tem condições de avaliar o que é melhor ou pior para ela mesma. A família é o suporte que toda criança precisa e, infelizmente, nem todas têm. É o sustentáculo que vai ajudar a criança a desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de confiança em suas capacidades afetiva, física, cognitiva, ética, estética, de inter-relação pessoal e de inserção social, para agir com perseverança na busca de conhecimento e no exercício da cidadania;









sexta-feira, 12 de agosto de 2011

PROJETO BRINCANDO COM FOLCLORE

1- ApresentaçãoEMEI Profª. Eunice Lima Silveira


Turmas: Creche e Pré-Escola - Período: Manhã e Tarde - Ano: 2004 - Duração: 15 dias


2 - Justificativa: Na idade pré-escolar, as crianças estão passando por umatransição em relação ao seu comportamento, pois estão começando amesclar um comportamento anteriormente apenas formado por

reflexos

(proveniente de quando eram bebês), com uma nova fase: a

linguagem

. Nesta transição a criança sente necessidade de fingir ser alguém, defantasiar situações. Daí surge toda a simbologia refletida nas brincadeirasde faz-de-conta. Elas vivem num mundo imaginário onde são capazes de pensar e agir imitando situações variadas. Com isto, vemos a importânciade se trabalhar o Folclore. Pensamos aqui, no Folclore como um grandequebra-cabeça, um grande brinquedo, em que cada peça é fundamental: asdanças, as lendas, as brincadeiras, as parlendas, as adivinhações, ascantigas, as receitas, os brinquedos, etc. Essas são as peças que formamesse jogo chamado cultura brasileira. Quanto mais se brinca com esse jogomais se conhece a cultura do nosso país, logo ele não poderia ficar fora doespaço pré-escolar.3.


Objetivo: Promover o desenvolvimento integral das crianças, dentro de umambiente com propostas lúdicas e de cunho educativo, pois a cultura de um povo é um bem precioso que deve ser cultivado. E nosso objetivo é tirar a poeira da palavra Folclore e brincar com as possibilidades que ela oferece.4. Conteúdosa)

Conceituais: Construir conceitos com as crianças sobre o que é folcloreatravés de experiências vivenciadas por elas. b)

Procedimentais: Permitir que as crianças se apropriem de conhecimentosda cultura humana como novas formas de brincar, cantar, dançar, falar, etc.c)

Atitudinais: Incentivar a valorização e o respeito pelas diferentes formas deviver de diferentes grupos e pessoas.

5. Áreas

a)Formação Pessoal e Social: socialização, respeito, valorização do outro,autonomia, iniciativa.

 b)Linguagem Oral e Escrita: fala, diálogo, argumentação, parlenda,travalíngua, adivinhações, cantigas, escrita, receita, leitura, lendas, textosinformativos.

c) Natureza e Sociedade: história dos brinquedos e brincadeiras, diferentesformas de cantar, brincar e contar histórias.

d)Movimento: dança, brincadeiras.

e)Música: cantigas

.f)Arte: dramatização de lendas.

g)Matemática: construção de brinquedos (formas, cores, medidas, receitas


6. Recursos: livros e revistas (fontes de informação), sucata, papéis coloridos,cola, tesoura, Cds com histórias e cantigas, brinquedos, fantasias, máquina fotográfica, filme fotográfico.


7.Avaliação: A observação das formas de expressão das crianças, de seu envolvimento nas atividades e satisfação nas próprias produções será um instrumento de acompanhamento do trabalho que ajudará na avaliação e no replanejamento da ação educativa.


8. Atividade Culminante: Exposição para os pais, do Projeto Brincando como Folclore, através de fotos, materiais de pesquisa, materiais coletados e confeccionados pelas crianças e apresentações.



Este projeto encontre no blog.   Meus trabalhos pedagógicos

11/08 - Dia do estudante

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