Inscreva-se e receba as atualizações por email

Digite seu email aqui:

Delivered by FeedBurner

sexta-feira, 12 de abril de 2013

A Familia Real Portuguesa I







A Familia Real Portuguesa-III









PROJETO MEU AMIGO PELUDO 1º ANO.

PROJETO: Meu amigo peludo



Justificativa: O atual projeto nasceu da necessidade de despertar no educando a importância
que ele deve dar ao seu próximo. Esse projeto vem para mostrar aos alunos a importância do
respeito, dos cuidados que devemos ter com o próximo e também do quanto temos de ser
responsáveis com tudo que nos cerca.

Público Alvo1o ano do Ensino Fundamental.
Duração: O projeto se caracteriza por ser uma atividade continuada. Tendo início após
a primeira reunião de pais para que seja explicado os objetivos e passos do projeto
e terá seu termino quando todos os alunos tiverem levado o amigo peludo para casa,
podendo se prolongar ao logo do ano letivo, caso os alunos demonstrem interesse em continuá-lo.

Objetivo Geral: Sensibilizar e conscientizar as crianças dos cuidados e deveres que
devemos ter com todas as coisas que nos rodeiam, seres vivos ou não e acima de tudo
desenvolver a responsabilidade com o outro.


Objetivos Específicos:

Ø Eleger um nome para o amigo peludo;
Ø Elaborar a certidão de nascimento do amigo peludo;
Ø Conscientizar da importância do documento de identidade;
Ø Estabelecer uma relação entre as coisas que os seres vivos podem fazer e
os que os não-vivos não conseguem realizar;
Ø Elencar elementos que são seres vivos e os que não são seres vivos;
Ø Estimular a responsabilidade de cuidar do amigo peludo, sem estragá-lo;
Ø Ensinar coisas que aprendeu na sala de aula para o amigo peludo;
Ø Levar o amigo para casa e escrever (com a ajuda de uma pessoal alfabética)
e/ou desenhar como foi o dia do amigo peludo.

Avaliação: Observação periódica do interesse das crianças.

Introdução:As atividades ligadas ao cuidado com o amigo peludo tais como escolher
o nome, “registrá-lo”, criar um documento de identidade, criar gráfico de
brincadeiras que o amiguinho gosta de participar, contar para ele uma novidade
que aprendeu na escola, levá-lo para o recreio e não sujá-lo, levar para casa e zelar
para que ele volte para a escola (inteiro e limpo) permitirá que o aluno desenvolva
o ato de responsabilidade, observação e conclusão de tudo que aprendeu aquele dia na escola.
O Projeto Amigo peludo pode ser um verdadeiro laboratório para o professor observar
comportamentos e atitudes perante diferentes situações. Aqui a imaginação passa ser
uma grande aliada do professor, pois será através do Amigo Peludo que o professor
poderá “cobrar” atitudes e comportamentos frente às diversas situações que ocorrem
dentro da sala de aula, como por exemplo, “cobrar” o silêncio na hora da leitura ou da
explicação de uma atividade pedindo que as crianças fiquem como o amiguinho de
pelúcia está, ou ainda se referindo ao mascote da sala como “alguém” que não joga
lixo no chão e que todos devemos fazer igual.
Neste projeto, todos, professor, pais e alunos devem atuar sempre com muita responsabilidade
e compromisso. O aluno que faltar no dia de levar o amiguinho para casa, passará,
automaticamente, para o final da lista que será feita com a escala por ordem alfabética.

A turma envolvida no projeto poderá realizar pesquisas sobre:
Ø Nomes de Bichinhos de pelúcia;
Ø A importância do cuidado e do respeito com o próximo e do que é coletivo;
Ø Elaboração de listagens (ainda que a escrita não seja convencional);
Ø Elaboração de gráficos;
Ø Registro com ajuda de uma pessoa alfabética sobre o dia do amiguinho na
casa do aluno;
Ø Atividades relacionadas ao conteúdo programático da série.

Para implantar o projeto é necessário:

Ø Um bicho de pelúcia;
Ø Uma sacola para o aluno guardar o bichinho para levar para casa;
Ø Um caderno de desenho para a criança registrar, em casa, como foi o dia
do seu amiguinho;
Ø Um crachá (que será confeccionado pelo professor) igual ao dos alunos
para identificar o amiguinho.


Procedimentos:
O planejamento do projeto deve ser feito de modo que os alunos
acompanhem todas as etapas do processo, desde o porque estaremos
realizando essa atividade, até a escolha do nome do amiguinho, da elaboração
do crachá, das regras de como será feita a escolha de quem levará para casa,
dos cuidados que terão que ter com a mascote.

Sugestão de Atividade:
1º dia-
Explicação do projeto;
Apresentação do amigo peludo;
Votação para a escolha do nome da mascote da classe;
Elaboração do crachá.

2º dia-
Leitura da lista com o nome dos alunos na ordem que serão escolhidos
para levar a mascote para casa;
Nesse dia o amigo peludo ficará sobre a responsabilidade do aluno que
o levará para casa;
Ao final da aula o aluno escolhido deverá contar para a mascote e para
a classe alguma coisa importante que aprendeu na escola.
Em casa deverá fazer um registro no caderno de desenho sobre como
foi seu dia fora da escola.
Leitura e explicação do registro que o aluno fez em casa.

3º dia-
Explicação do que é uma certidão de nascimento;
Observação da própria certidão (cópia, que será pedida aos pais com
antecedência);
Elaboração da certidão de nascimento do amigo peludo;
A certidão deverá ficar sempre na sacola onde as crianças levarão o amigo
peludo para casa (assim trabalharemos a importância dos pais andarem com o
documento dos filhos e a responsabilidade em não perder um documento);
Ao final da aula o aluno escolhido deverá contar para a mascote e para
a classe alguma coisa importante que aprendeu na escola;
Leitura e explicação do registro que o aluno fez em casa.
* o mesmo pode ser feito com o R.G.
Nos demais dias:
Elaborar listagens de: seres vivos e não vivos, brincadeiras preferidas da
turma e do amigo peludo, cuidados de higiene, gráficos de alunos que faltaram no
dia de levar o amigo para casa e foi remanejado na lista elaborada em ordem alfabética
pelos alunos tendo o professor como escriba;
Ao final da aula o aluno escolhido deverá conta para a mascote e para a
classe alguma coisa importante que aprendeu na escola;
Leitura e explicação do registro que o aluno fez em casa.
 
FONTE: LILIAN MOREIRA (GMAIL)

PROJETO DE LEITURA : MALETA DE LEITURA 1º AO 3º ANOS.







PROJETO DE LEITURA. MALETA DE LEITURA.
PARA SALVAR CLIQUE NAS IMAGENS.

FONTE: MATILDE JANUARIO (GMAIL)


quinta-feira, 11 de abril de 2013

Advérbios e locuções adverbiais

Minha filha chegou em casa com dúvidas sobre a diferença entre Advérbios e locuções adverbiais....quero compartilhar com vocês.

Advérbios

Na língua portuguesa, as palavras que indicam circunstância, seja de qualquer forma, são chamadas de advérbios. Se analisarmos de que forma ocorrem os fatos relatados na fala, vamos encontrar os advérbios. Exemplos:
O homem caminha devagar.
A palavra devagar indica o modo, a circunstância do caminhar desse homem. Caminhar é, pois, o advérbio – um advérbio de modo. Qual, então, é a função sintática do termo devagar na frase acima? - O termo devagar tem a função sintática de adjunto adverbial.
As locuções adverbiais são expressões que funcionam também como advérbios:
às vezes, muitas vezes, a pé, ao vivo, de repente, à esmo, de vez em quando, etc.
Há muitos tipos de advérbios:
  • de lugar: aqui, ali, lá, longe, perto, atrás, acima, abaixo, à direita, à esquerda, ao lado, para dentro, etc.
  • de tempo: hoje, amanhã, ontem, jamais, nunca, de vez em quando, de tempos em tempos, etc.
  • de modo: assim, pior, melhor, bem, mal, devagar, silenciosamente, em silêncio, pausadamente, etc.
  • de dúvida: talvez, acaso, provavelmente, possivelmente, etc.
  • de negação: não, nunca, jamais, de jeito algum, de modo nenhum, etc.
  • de intensidade: ao todo, muito, pouco, bastante, bem, mais, menos, demais, um bom tanto, etc.
  • de afirmação: sim, com certeza, sem dúvida, desse modo, etc.
Recordando conceitos:
A gramática, para fins de estudo, classifica as palavras em classes gramaticais, tais como: substantivo, adjetivo, preposições, conjunções, verbos, advérbios, interjeições, artigos, pronomes, numerais. Seguem exemplos:
  • substantivos: livros, ar, Deus, anjo, grama, saudade, caneta, etc.
  • adjetivo: feliz, amada, limpa, obediente, brasileiro, etc.
  • preposições: a, até, em, para, com, contra, entre, etc.
  • conjunções: e, contanto, mas, por, por isso, porém, todavia, etc.
  • verbos: cantar, vender, ir, por, etc.
  • advérbios: aqui, bem, lá, mal, muito, talvez, junto, etc.
  • interjeições: ah!, oh!, ui!, ufa!, etc.
  • artigos: a, o, um, uma e plurais.
  • pronomes: tu, nós, este, meu, alguém, te, mim, etc.
  • numerais: três, vinte, primeiro, décimo-quarto, etc.

domingo, 7 de abril de 2013

DIA DO ÍNDIO

                                                      Índio



Dia do Índio
Todo dia é dia de índio?

Sim, pois não adianta somente lembrar dos índios apenas um dia. Eles fazem parte de nossa história e têm muito a nos ensinar. Mas, justamente por serem importantes, foi reservada uma data no calendário anual para comemorar o Dia do Índio, que é 19 de abril.

Quer saber porque esse dia? Bem, é que nessa data, no ano de 1940, foi realizado o I Congresso Indígena da América Latina, no México, com objetivo de divulgar a cultura indígena em toda a América e também para que os governos criassem normas em relação à qualidade de vida dos povos indígenas, que ainda sofriam com a discriminação do homem branco.

Como Vivem


Como Vivem
Como vivem os índios?
Quando observamos uma aldeia indígena na televisão ou em revistas podemos perceber que o modo de vida dos índios é bem diferente do nosso, não é mesmo? Pois realmente é, mas com aspectos interessantes que valem a pena conhecer!
Os índios vivem de forma muito organizada e harmônica. Cada tribo tem um cacique, que é o chefe e um pajé, que é uma espécie de médico para eles. Os pajés conhecem tudo sobre males do corpo e do espírito e também quais as plantas e ervas que podem ser utilizadas em cada caso.
A aldeia onde vivem é chamada de taba e nela existem dois tipos de casas: as simples, onde vivem apenas uma família e são chamadas de ocas e as casas coletivas, que são chamadas de malocas.
As casas são construídas com uma mistura de barro e sua estrutura é sustentada por pedaços de madeira. Para fazer os telhados, os índios utilizam palha trançada ou grandes folhas de árvores.
Esta forma de construção é barata e segura para algumas regiões sem muitas variações climáticas, por isso é utilizada em alguns locais do Brasil, principalmente no Nordeste e na Amazônia. São as casas de pau-a-pique.

Onde Vivem


Onde Vivem
Onde estão os índios brasileiros?
Vivem em áreas espalhadas por todos os Estados, mas a maior parte das terras e da população indígena está mesmo é na Amazônia.
Como é a língua indígena?
Você acha que os índios falam outra língua? Não é bem assim!!! Os povos que habitavam o litoral do Brasil usavam principalmente a língua Tupi e muitas palavras da língua portuguesa tem origem no tupi-guarani. Quer conhcer algumas? Veja só: arara, capim, catapora, cipó, cuia, cumbuca, cupim, jabuti, jacaré, jibóia, jururu, mandioca, mingau, minhoca, paçoca, peteca, pindaíba, pipoca, preá, sarará, tamanduá, tapera, taquara, toca, traíra, xará... Muitas, não? E pode ter certeza que há muito mais!

    Armas

    Suas Armas
    Os índios sempre foram valentes! Eles utilizam vários tipos de armas, confeccionadas pelos homens da tribo e que não tem apenas a finalidade de guerrear, mas também são utilizadas para a caça. As armas indígenas são bem diferentes das que conhecemos, pois não utilizam metais e sim materiais disponíveis na natureza, como madeira, ossos e principalmente pedras. Vamos conhecer algumas armas indígenas?
    ARCO E FLECHA É a principal arma dos indíos. Devido à sua cultura, as atividade de caça são constantes entre os homens que, desde a infância, treinam com os arcos e adquirem grande habilidade em seu manejo. Os arcos são de madeira e o alcance da flecha pode atingir 30 metros.
    BORDUNA Esta é uma arma importante para a guerra e só é usada nessas ocasiões, sendo muito diferente do arco e flecha que tem utilização diária. A borduna é uma arma muito simples: um pau pesado em uma extremidade, que causava danos pelo impacto direto.
    LANÇA A lança é uma arma menos utilizada e tem também a função específica na caça e pesca. Existem lanças de uso a pé ou a cavalo.


    Utensílios Domésticos




    Utensílios Domésticos

    Utensílios domésticos

    Existem algumas coisas que utilizamos em nosso cotidiano que nem damos mais muita importância, não é mesmo? Um colar, um pente ou mesmo uma vasilha para colocar o arroz. Quem se lembra desses utensílios com frequência e guarda como se fossem os únicos?

    Pois os índios confeccionam todos esses objetos e dão muito valor a eles. Os índios acreditam que não são eles que produzem esses utensílios, mas uma força superior, que "comanda" as mãos deles durante a confecção. Assim eles dão muito valor a tudo que fazem, principalmente o que é usado nos rituais.

    Veja quantos utensílios diferentes os índios produzem:

    Cerâmicas feitas pelas mulheres, que usam barro adequado, muitas vezes misturam argila, grânulos diversos ou cacos velhos bem triturados. São utilizados para buscar, guardar e servir água, para preparar e servir bebidas fermentadas de milho e mandioca, para armazenar produtos e cozinhar os alimentos.

    Ferramentas como machados, feitos em pedras que servem para a derrubada do mato.

    Adornos* feitos com dentes, penas e unhas de animais ou com rodelas de casca de caramujos.


    Fonte: SmartsKids































      Related Posts with Thumbnails