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terça-feira, 5 de abril de 2011

Páscoa - teatro

TEATRO


VIVINHO O COELHO QUE NÃO QUERIA SER DA PÁSCOA

( COMEÇA COM A MÃE DE AVENTAL, E TOUCA FAZENDO DOCES PARA A PÁSCOA NUM PANELÃO ENORME E CANTANDO: “COELHINHO DA PÁSCOA QUE TRAZES PRA MIM....’, CHEGA O PAPAI COELHO, ENTRANDO PELA PORTA LATERAL, ARRUMANDO O BIGODE E FALA:

PAI: Quando chega a época da Páscoa fico tão contente, tantos doces para distribuir para as crianças...

MÃE: Também fico muito contente em ver a carinha de felicidade das crianças! ( VIRA-SE PARA A PLATÉIA E PERGUNTA: - vocês ficam felizes em receber ovos e chocolates na Páscoa?)

PAI: Vou chamar nossos filhos: Vivinho, Pedrinho, Joãozinho, Joaninha, Florzinha... venham se não vão se atrasar para a escola.

(OS COELHINHOS ENTRAM PELA PORTA DA FRENTE DO AUDITÓRIO E PASSAM SALTITANDO PELO CORREDOR NO MEIO DAS CRIANÇAS ATÉ O PALCO)

VIVINHO: Estamos prontos, nosso lanche já está preparado?

MÃE: Sim, peguem aqui e vão logo para não se atrasar. Cuidado com o comportamento! Menino mal comportado não ganha presente de Páscoa.

(OS COELHINHOS SAEM CANTANDO COM AS MUCHILAS NAS COSTAS EM DIREÇÃO A ESCOLA) ENQUANTO ISSO FECHA-SE AS CURTINAS, AO ABRI-LAS OS COELHINHOS ESTÃO CHEGANDO NA ESCOLA E SÃO RECEBIDOS PELO PROFESSOR ALEGREMANTE)

PROFESSOR: Boa tarde crianças! Sentem-se temos algo importante para conversar, hoje.

FLORZINHA: ( LEVANTA-SE E VAI ATÉ A BEIRA DO PALCO) Vocês sabem o que ele quer conversar conosco?

PROFESSOR: Sente-se Vivinho! Bem, como estamos na época da Páscoa vamos falar de profissões. O que vocês pretendem ser quando crescerem?

PEDRINHO: Eu quero ser coelho da Páscoa como meu pai.

JOÃOZINHO: Ah! Eu quero ser como meu bisavô, entregar os presentes das crianças rapidamente.

JOANINHA E FLORZINHA: (FALAM JUNTAS) Eu quero ser doceira como mamãe.

PROFESSOR: ( CHEGANDO PERTO DE VIVINHO QUE ESTÁ CALADO E ENCOLHIDO NA CLASSE) E você Vivinho o que quer ser quando crescer? Com certeza um ótimo coelho de Páscoa também?

VIVINHO: Não! Eu não quero ser coelho da Páscoa... não quero! (FALA COM ÊNFASE)

PROFESSOR: (GAGUEJANDO) Co..mo? Você não quer ser coeee...lho de... (DESMAIA)

(OS ALUNOS SOCORREM O PROFESSOR ENQUANTO ABANAM ELE, UM DELES DIRIGE-SE À PLATÉIA)

FLORZINHA: Vocês viram o que este maluco pensa? Imaginem se não tivesse coelho para entregar os presentes de vocês?Vocês iam ficar sem ovos... chocolates.... presentes...Imaginem que Páscoa triste! ( VOLTA PARA SEU LUGAR)

PROFESSOR: (JÁ REFEITO DO SUSTO) Mas porque você não quer ser coelho da Páscoa também?É tradição da tua família há séculos!

VIVINHO: Ora! Por que é o coelho que tem que distribuir os ovos de Páscoa se nem ovos ele bota? (FALA COM A PLATÉIA) – Vocês não querem ovos de chocolate, presentes nesta Páscoa, não é mesmo?

PROFESSOR: ( ACALMA A PLATÉIA) Calma, crianças! Vou contar uma linda história para vocês, sentem-se e escutem.

Tudo começou há muitos anos atrás quando menino Jesus era uma criança igual a vocês... perto da casa dele havia uma palmeira e nela um ninho de passarinho com três ovinhos. Todos os dias o menino Jesus ficava olhando feliz a avezinha.

Mas... numa bela manhã Jesus acordou ouvindo o passarinho piar aflito. Que seria? Pois é... a malvada raposa roubara os ovos do ninho.

O menino Jesus ficou triste e começou a chorar. Nisso passou um gato. Viu Jesus chorando e perguntou:

- Por que choras Jesus?

- A raposa roubou os ovos do passarinho!

- Miau...miau.. nada posso fazer – e lá se foi.

Abanando a cauda chegou um cachorro:

_ Au...Au...por que choras?

Jesus respondeu:

- Levaram os ovos do passarinho! Ajude-me a encontrá-los?

- Au..Au, que pena!

E foi embora. Então ... aos pulinhos apareceu um coelhinho, parou e perguntou curioso:

- Por que choras meu Jesus?

- Levaram os ovos o passarinho.

O coelho abaixou uma orelha ... pensou e disse:

-N ao chores mais, vou procurar os ovinhos!

E pulando desapareceu à procura da raposa:

- Raposa – disse o coelho – vim buscar os ovos do passarinho que você roubou.

- Ora essa! Meus filhos já comeram. E bateu com a porta na cara do coelho.

O coelho baixou as orelhas triste, mas logo teve uma brilhante ideia. Visitou três passarinhos e pediu um ovinho para cada um. Muito contente voltou à casa de Jesus, arrumou os ovinhos num cestinho e devolveu ao passarinho.

Jesus enxugou as lágrimas e disse:

- Só tu, coelhinho, tiveste pena de mim e do passarinho! Pois de agora em diante, como recompensa, levarás lindos ovos de chocolate às crianças boas e bem comportadas e fará isso todos os anos na época da Páscoa.

Por isso é que o coelho é o animal encarregado de entregar ovos às crianças do mundo inteiro.

(VIRA-SE PARA O COELHINHO E DIZ:)

-Viu que profissão mais bonita... (VIRA-SE PARA A PLATÉIA ) ...entregar ovos de chocolate a todas essa belas crianças?

(CHEGA A BEIRA DO PALCO E DIZ:)

PROFESSOR: Vamos pedir ao coelhinho Vivinho que mude de ideia e entregue os ovos e chocolate para vocês nessa Páscoa?

(ENTÃO INCENTIVA AS CRIANÇAS FAZEREM UM CORO DE VOZ PEDINDO AO COELHO)

- Entrega... entrega...entrega

( O PROFESSOR ACALMA AS CRIANÇAS E DIZ:)

PROFESSOR: Façam silêncio! O Vivinho que falar com vocês.

VIVINHO: Ok! Vocês me convenceram, comportem-se, estudem bastante... faça a parte de vocês, que eu prometo levar belos e gostosos ovos a todos nesta Páscoa. Tchau... até a Páscoa.

(FECHAM AS CORTINAS E OS COELHINHOS TODOS CANTAM BEM ALTO: coelhinho da páscoa que trazes pra mim...)

Fonte: Andressa Fontes

Dia do Índio - 19 de abril

Todo dia é dia de índio?


Sim, pois não adianta somente lembrar dos índios apenas um dia. Eles fazem parte de nossa história e têm muito a nos ensinar. Mas, justamente por serem importantes, foi reservada uma data no calendário anual para comemorar o Dia do Índio, que é 19 de abril.
Quer saber porque esse dia? Bem, é que nessa data, no ano de 1940, foi realizado o I Congresso Indígena da América Latina, no México, com objetivo de divulgar a cultura indígena em toda a América e também para que os governos criassem normas em relação à qualidade de vida dos povos indígenas, que ainda sofriam com a discriminação do homem branco.


Como vivem os índios?

Quando observamos uma aldeia indígena na televisão ou em revistas podemos perceber que o modo de vida dos índios é bem diferente do nosso, não é mesmo? Pois realmente é, mas com aspectos interessantes que valem a pena conhecer!
Os índios vivem de forma muito organizada e harmônica. Cada tribo tem um cacique, que é o chefe e um pajé, que é uma espécie de médico para eles. Os pajés conhecem tudo sobre males do corpo e do espírito e também quais as plantas e ervas que podem ser utilizadas em cada caso.
A aldeia onde vivem é chamada de taba e nela existem dois tipos de casas: as simples, onde vivem apenas uma família e são chamadas de ocas e as casas coletivas, que são chamadas de malocas.
As casas são construídas com uma mistura de barro e sua estrutura é sustentada por pedaços de madeira. Para fazer os telhados, os índios utilizam palha trançada ou grandes folhas de árvores.
Esta forma de construção é barata e segura para algumas regiões sem muitas variações climáticas, por isso é utilizada em alguns locais do Brasil, principalmente no Nordeste e na Amazônia. São as casas de pau-a-pique.


SUAS ARMAS

Armas

Os índios sempre foram valentes! Eles utilizam vários tipos de armas, confeccionadas pelos homens da tribo e que não tem apenas a finalidade de guerrear, mas também são utilizadas para a caça. As armas indígenas são bem diferentes das que conhecemos, pois não utilizam metais e sim materiais disponíveis na natureza, como madeira, ossos e principalmente pedras. Vamos conhecer algumas armas indígenas?

ARCO E FLECHA É a principal arma dos indíos. Devido à sua cultura, as atividade de caça são constantes entre os homens que, desde a infância, treinam com os arcos e adquirem grande habilidade em seu manejo. Os arcos são de madeira e o alcance da flecha pode atingir 30 metros.

BORDUNA Esta é uma arma importante para a guerra e só é usada nessas ocasiões, sendo muito diferente do arco e flecha que tem utilização diária. A borduna é uma arma muito simples: um pau pesado em uma extremidade, que causava danos pelo impacto direto.

LANÇA A lança é uma arma menos utilizada e tem também a função específica na caça e pesca. Existem lanças de uso a pé ou a cavalo.

UTENSÍLIOS DOMÉSTICOS


Existem algumas coisas que utilizamos em nosso cotidiano que nem damos mais muita importância, não é mesmo? Um colar, um pente ou mesmo uma vasilha para colocar o arroz. Quem se lembra desses utensílios com frequência e guarda como se fossem os únicos?
Pois os índios confeccionam todos esses objetos e dão muito valor a eles. Os índios acreditam que não são eles que produzem esses utensílios, mas uma força superior, que "comanda" as mãos deles durante a confecção. Assim eles dão muito valor a tudo que fazem, principalmente o que é usado nos rituais.

Veja quantos utensílios diferentes os índios produzem:
Cerâmicas feitas pelas mulheres, que usam barro adequado, muitas vezes misturam argila, grânulos diversos ou cacos velhos bem triturados. São utilizados para buscar, guardar e servir água, para preparar e servir bebidas fermentadas de milho e mandioca, para armazenar produtos e cozinhar os alimentos.
Ferramentas como machados, feitos em pedras que servem para a derrubada do mato.
Adornos* feitos com dentes, penas e unhas de animais ou com rodelas de casca de caramujos.




























domingo, 3 de abril de 2011

A História de Pinóquio

1 de abril - Dia da mentira

Certa vez um velho carpinteiro chamado Gepeto fez um boneco de madeira.

Deu-lhe o nome de Pinóquio. De repente aparece a fada madrinha de Pinóquio e o transforma em um menino de verdade, o boneco criou vida.

Gepeto ficou muito feliz, agora tinha um filho.

Gepeto queria fazer de Pinóquio um menino educado.

Colocou-o na escola.

Mas Pinóquio fugiu e foi divertir-se no teatro de bonecos.

O dono do teatro queria ficar com Pinóquio. Mas ele chorou tanto que o homem deu-lhe umas moed

as e o deixou partir.

Na volta para casa encontrou dois ladrões.

Apesar dos conselhos do grilo falante, eleito sua consciência pela fada madrinha, seguiu com eles e foi roubado.

Pinóquio, triste, resolveu voltar para casa e obedecer Gepeto.

No caminho, um passarinho avisou que Gepeto foi procurá-lo no mar.

Ele ia ao encontro de Gepeto, quando viu umas crianças que se dirigiam ao país da alegria. Pinóquio foi com eles.

Estava brincando quando percebeu que estava se transformando em um burro.

E o nariz de Pinóquio começou a crescer...crescer....e...crescer!

Chorou arrependido. Uma fada

apareceu e desfez o encanto.

Mas avisou:

- Toda a vez que

mentir, seu nariz vai crescer.

Pinóquio en

tão foi ao encontro de Gepeto.

Chegando no mar, Pinóquio e o Grilo foram procurar Gepeto.

Apareceu uma baleia e os engoliu.


dentro encontraram Gepeto.

Quando a baleia abriu a boca de novo, eles fugiram.

Chegando em casa, a fada recompensou a coragem de Pinóquio, transformando-o num menino de verdade.

Pinóquio e Gepetoforam muito felizes.

Dia da Mentira


Tudo começou em 1564, quando Carlos IX, rei de França, por uma ordonnance de Roussillon, Dauphine, determinou que o ano começasse no dia primeiro de janeiro, no que foi seguido por outros países da Europa. É claro que, no início, a confusão foi geral, de vez que os meios de comunicação ainda eram inexistentes. Não havia rádio, televisão, nem mesmo o jornal, pois a invenção da imprensa, por Gutenberg, só aconteceu muitos anos depois.

Antes de Carlos IX determinar que o dia primeiro de janeiro fosse o começo do ano, este tinha início no dia primeiro de abril, o que resultou ficar conhecido como o Dia da Mentira., por força das brincadeiras feitas com a intenção de provocar hilaridade.

Surgiram, então, as brincadeiras (que os franceses denominavam de plaisanteries) em todo o mundo, como a da carta que se mandava por um portador destinada a outra pessoa, na qual se lia o seguinte: "Hoje é primeiro de abril. Mande este burro pra onde ele quiser ir".

Seria um nunca acabar se fossem, aqui, relacionadas as brincadeiras referentes ao primeiro de abril. Até mesmo eram distribuídas cartas convidando amigos para assistirem ao enlace matrimonial de pessoas que nem sequer se conheciam, mencionando a igreja, o dia e a hora em que seria celebrado o suposto casamento.




Fonte:
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